
Vem, com leveza vem, que de dor já o meu corpo padece. Vem, embala o meu corpo já sem alma no teu manto e leva-me...
Tira-me desta tristeza profunda e infinita, desta vida infeliz e sem sentido, sem gosto, sem amor.
Vem com o teu manto negro e cobre o meu rosto, dá-me um pouco da tua paz e leva-me para um sitio onde a tristeza já não magoe, onde a saudade já não fira, onde possa repousar o meu pobre corpo, que ainda vive já sem vida.
Oh bela criatura de manto negro, tu que não tens alma, que não sofres, que não amas, faz-me igual a ti!
Já nada mais importa, já nada mais interessa, todos os sonhos morreram, todas as esperanças se foram, leva-me, leva-me depressa para bem longe desta dor e desta tristeza.
Ninguém é insubstituível, choraram, mas em breve me esqueceram e as suas vidas continuam, eu não, eu não quero mais...
Sim tu, oh bela criatura de negro, oh bela morte, cobre-me com o teu manto e alivia o meu corpo e a minha alma de todo este sofrimento.
Culpada é a minha sentença, eu sei e aceito, por isso não tenhas pena e leva-me, já não faço falta.
Partirei com o coração cheio de amor, mas triste e sofredor, partirei, sim, e nesse momento conseguirei respirar fundo e pensar que amei, amei muito.
Não existe qualquer missão mais para mim, já nada faço aqui, por isso vem, vem e leva-me para onde não mais sofra.
Vem criatura de manto negro, leva esta serva já sem utilidade no mundo dos terrenos.
Simplesmente quero partir...
Tira-me desta tristeza profunda e infinita, desta vida infeliz e sem sentido, sem gosto, sem amor.
Vem com o teu manto negro e cobre o meu rosto, dá-me um pouco da tua paz e leva-me para um sitio onde a tristeza já não magoe, onde a saudade já não fira, onde possa repousar o meu pobre corpo, que ainda vive já sem vida.
Oh bela criatura de manto negro, tu que não tens alma, que não sofres, que não amas, faz-me igual a ti!
Já nada mais importa, já nada mais interessa, todos os sonhos morreram, todas as esperanças se foram, leva-me, leva-me depressa para bem longe desta dor e desta tristeza.
Ninguém é insubstituível, choraram, mas em breve me esqueceram e as suas vidas continuam, eu não, eu não quero mais...
Sim tu, oh bela criatura de negro, oh bela morte, cobre-me com o teu manto e alivia o meu corpo e a minha alma de todo este sofrimento.
Culpada é a minha sentença, eu sei e aceito, por isso não tenhas pena e leva-me, já não faço falta.
Partirei com o coração cheio de amor, mas triste e sofredor, partirei, sim, e nesse momento conseguirei respirar fundo e pensar que amei, amei muito.
Não existe qualquer missão mais para mim, já nada faço aqui, por isso vem, vem e leva-me para onde não mais sofra.
Vem criatura de manto negro, leva esta serva já sem utilidade no mundo dos terrenos.
Simplesmente quero partir...
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